A Merida consolidou sua imagem no mercado mundial de mountain bikes como uma marca associada a grandes campeões e fortemente comprometida com o universo das competições. Nomes do porte do espanhol José Antonio Hermida e da norueguesa Gunn-Rita Dahle Flesjå no cenário internacional, além é claro do nosso Rubinho, são alguns dos pilotos de ponta que cultivam uma relação duradoura com a fábrica de origem taiwanesa e traduzem de maneira fiel a própria identidade da companhia fundada pelo finado Ike Tseng, um idealista que desde o início na década de 1970 trabalhou com o firme propósito de alcançar sempre o mais alto padrão de qualidade nos produtos que produzia, sendo reconhecido como um dos principais responsáveis por transformar completamente a maneira como enxergamos hoje as bicicletas produzidas no Extremo Oriente.
Em termos de 29ers, somente no ano de 2011 o primeiro modelo da marca entrou em produção. Sim, um hiato em relação a alguns de seus maiores concorrentes ocidentais, algo que, contudo parece não representar um atraso numa comparação com outros dos tradicionais players do segmento. Na verdade, apoiada pelo feedback dos seus destacados atletas e contando com o fato de haver acumulado uma respeitável bagagem tecnológica no decorrer de 40 anos de atuação no mercado internacional, a Merida parece credenciada a também alcançar uma posição destacada no Mundo das Rodas Grandes.

